quinta-feira, 2 de junho de 2011

As palavras-chave

Tempo...A resposta para praticamente tudo.
Cura feridas e traz sabedoria.
Mas não devemos deixar passar tempo demasiado, nem deixar as oportunidades se perderem.


Oportunidade...O que a maioria das pessoas esperam, oportunidade de se mostrar, oportunidade de crescer, oportunidade de vencer em todas áreas possíveis.


Escolhas...Uma escolha errada pode estragar seu dia ou vários deles, uma boa escolhe pode transformar seus dias em pura magia, trazer felicidade...


Felicidade...O que todos buscam e não encontram, difícil de definir, porque a felicidade tem muitas caras e formatos, para alguns é pequena e simples, para outros complexa, gradiosa...Às vezes, a felicidade pode aparecer e ser tão simples que não nos damos conta, não a percebemos na correria do dia-a-dia.
Não raro, escuto pessoas dizerem "eu era feliz e não sabia" porque talvez a felicidade não seja algo concreto e sim uma junção de pequenas coisas do dia-a-dia.
Não está ela no dinheiro e nem no prazer de nos comprarmos algo desejado, não é ela apenas compartilhar amor...É poder ser livre para fazer escolhas sem medo de repressão, é poder fazer o que bem entender quando se quer, é estar com frio e sentir o sol no rosto de manhãzinha, é compartilhar um sorriso verdadeiro, é enxergar a luz no fim do túnel quando tudo parece perdido e sem solução...A gente mal consegue acreditar, dá vontade de gritar.


Amor...Podemos amar qualquer pessoa se nos propusermos à isso, podemos enxergar beleza aonde ninguém mais vê e podemos enxergar perfeição na imperfeição das coisas e pessoas, é um sentimento que transforma e cria, mas isso só quando é verdadeiro.
Não se diz "eu te amo" para seu colega, nem para um estranho na internet, nem prum carinha que passou uma noite ou acabou de conhecer na balada...Se diz "eu te amo" para quem realmente te importa na vida, para quem te faz a diferença.
Creio que algumas pessoas passam a vida sem entender o sentido pleno da palavra .


*Agradecimento à Leandro Oliveira na parte "amor", me baseei num texto dele sobre banalização do amor

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